Um totem de segurança para condomínio é uma estrutura instalada na calçada ou na fachada com câmeras externas voltadas para a rua, alimentação e conexão próprias, monitorada à distância. Ele amplia a vigilância do entorno do prédio e pode ser integrado a programas públicos de monitoramento, como o Smart Sampa, da Prefeitura de São Paulo, e o Muralha Paulista, do Governo do Estado.
Como funciona
- Estrutura: torre para recuos e jardins, ou modelo de parede para fachadas sem espaço no chão.
- Câmeras: externas, voltadas para a via pública, posicionadas para enxergar calçada, portões e rua.
- Energia e internet: alimentação estável e conexão para transmitir as imagens.
- Monitoramento: acompanhamento da disponibilidade, para agir quando uma câmera para de transmitir.
O que avaliar antes de contratar
- Visita técnica. Recuo, calçada, ponto de energia, sinal de internet e o que a câmera precisa enxergar mudam de um endereço para outro.
- Qualidade da instalação. Fixação, aterramento, vedação contra chuva e caminho do cabo definem quanto o totem vai dar problema depois.
- Manutenção. Quem troca peças e quanto tempo leva para voltar a transmitir.
- Modelo de contratação. Compra, comodato ou mensalidade, e o que acontece no fim do contrato.
- Integração com programas públicos. Quem cuida do cadastro e da documentação.
Integração com o Smart Sampa e o Muralha Paulista
Os dois programas trabalham com câmeras externas voltadas para a via pública. No Smart Sampa, a adesão de condomínios é gratuita e exige resolução mínima de 2MP. No Muralha Paulista, o cadastro é voluntário e feito no Portal da Segurança, com conta gov.br. Câmeras internas, como as de hall e garagem, não entram nesses programas.
Para empresas de segurança eletrônica
Empresas que querem oferecer totens aos próprios clientes podem trabalhar com totens personalizados com a sua marca, com instalação e manutenção feitas por um parceiro técnico.
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